sábado, 17 de junho de 2017

II Seminário Regional da Rede Nordeste de Núcleo de Agroecologia - RENDA


O Núcleo Educação, Pesquisa e Prática em Agroecologia e Geografia (NEPPAG) sediará entre os dias 19, 20 e 21 de junho de 2017, em Recife, o II Seminário Regional da Rede Nordeste de Núcleo de Agroecologia – RENDA. 

O evento é parte do Projeto Rede Nordeste de Núcleos de Agroecologia (Renda-NE/chamada MDA/CNPq Nº 39/2014) coordenado pela professora Mônica Cox de Britto Pereira do Departamento de Ciências Geográficas do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da UFPE. O Projeto possui 24 bolsistas e 30 Núcleos de Estudo em Agroecologia (NEA) e Centros Vocacionais de Tecnologias (CVT) distribuídos nos 9 estados do Nordeste que estão fortalecendo a Agroecologia nas Universidades, Institutos Federais e Instituições de Pesquisa. 

Ao longo desse tempo, o Renda se propôs a construir e participar de espaços de debates, intercâmbios, trocas de experiências, seminários estaduais, caravanas agroecológicas e culturais, encontros nacionais da Associação Brasileira de Agroecologia, mapeamento e sistematização de experiências. 

Também reuniu centenas de pessoas em distintos territórios nos quais esteve presente, conseguindo entrelaçar discussões a partir de novos enfoques e aprofundamentos para a construção de paradigmas contra hegemônicos. 

Orbitaram as seguintes questões: Qual o tipo de conhecimento que queremos e precisamos? A quem se destina o conhecimento científico? Quem dele se beneficiará? Porque interessa à sociedade apoiar a Agroecologia? 

A Agroecologia é entendida enquanto ciência, movimento e prática. Enquanto ciência que respeita todas as formas de saberes que ao longo de milênios construíram sistemas agroalimentares complexos; enquanto movimento que se organiza e age sob a realidade concreta com respeito à ciência popular; e enquanto prática que cotidianamente transforma os ambientes e relações em busca do bem viver no campo e na cidade. 

Neste seminário que encerra um ciclo de dois anos e meio, queremos trazer como proposta construir as múltiplas redes de mobilização social que estão sendo tecidas por toda região Nordeste e pelo Brasil, nos mais de 100 Núcleos de Estudos em Agroecologia (NEAs) existentes. 

Os NEAs estão atuando sob realidades e territórios distintos em torno das diferentes temáticas: educação no campo; feminismo; lutas por água, terra e território; reforma agrária; povos e comunidades tradicionais; impactos de grandes obras de infraestrutura, mineração, agronegócio; justiça ambiental; impactos dos agrotóxicos; convivência com o semiárido; juventude do campo; metodologias; educação ambiental; comunicação; extensão rural, etc. Bem viver, Agroecologia, Rede e Acolhimento é o que queremos que sejam os tons do II Seminário Regional Renda, com atitudes que nos permitam construir relações sociais de pesquisa, ensino e extensão próximas e horizontais.

Programação Aberta ao Público – 19.06.2017

Local de abertura da Casa dos Núcleos de Agroecologia do NE: estacionamento do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) – UFPE.

10h00 – Mística de abertura “Casa dos Núcleos de Agroecologia do NE – UM ESPAÇO DA RENDA”

10h15 - Percorrendo a “Casa dos NEAs – A Construção da Rede Renda”

10h – Café da manhã compartilhado

11h – Na Casa dos Núcleos de Agroecologia do NE – UM ESPAÇO DA RENDA construir a “Colcha de Retalhos dos Núcleos de Agroecologia do Nordeste: costurando o Painel da Renda”.

14h – vídeo de sensibilização dos NEAs – Auditório do CCSA

14h30 – Mesa de abertura “A conjuntura política do Brasil: perspectivas e caminhos para construção do conhecimento agroecológico em tempos de golpe”
Debatedoras/es: Flaviane Canavesi (Núcleo Darcy de Agroecologia-UNB/ABA); Franklin Plessmann (Núcleo de Cartografia Social-UFRB/Renda-NE); Soraia Carvalho (Prof.ª Serviço Social e Militante do Movimento Docente-UFPE); Plácido Jr. (CPT-NE); Mediação: Monica Cox de Britto Pereira (NEPPAG-UFPE/Renda-NE)

15h30 – Lançamento do Cadernos de Conflitos do Brasil da CPT 2016 e banca da Expressão Popular.

16h – Debate público

18h – Encerramento
Mais informações: NEPPAG (81) 2126-7371
 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

VI Encontrão da TEIA de Povos e Comunidades Tradicionais do Maranhão


Por:Vivian do Carmo Loch
 
"Andar só e não estar só.
Sonhar o sonho dos ausentes
Para reparti-lo na chegada.
Compor a imagem do que não vê
E vislumbrar outros caminhos
Que nos levarão.
Abraçar a alma alheia como
Se fosse minha, estendendo
A mão para quem passa.
Sonhar um sonho com o
nome de Revolução.
Pois amar é um ato revolucionário
E só faz a Revolução quem
Souber amar."

Pedro Munhoz


             Entre os dias 25 a 28 ocorreu no Quilombo Alto Bonito, município de Brejo - MA, o VI Encontrão da TEIA de Povos e Comunidades Tradicionais do Maranhão. O tema do encontro “Não estamos extintos. Estamos de pé, em luta. Esta terra é nossa!” trouxe à tona os conflitos vividos pelos povos do campo, ameaçados constantemente pelo Agronegócio e o modelo de desenvolvimento assumido no Brasil, em especial no Maranhão.
Nos encontros da TEIA se dividem aflições, lutas e glórias, que servem de inspiração e renovam forças e esperanças na construção dos territórios livres. A TEIA do Maranhão surgiu em meados de 2013, nessa perspectiva de união de lutas dos povos do campo e da floresta, como indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, pescadores, ribeirinhos, sertanejos e geraizeiros. Redes como essa se estruturam também em alguns poucos estados do Brasil, como a Bahia.
A frequência dos encontros é de duas vezes ao ano, e nesses intervalos ocorrem os encontros das teias de cada povo tradicional, onde são abordadas suas pautas específicas. A TEIA tece um sonho em comum: territórios livres na construção do bem viver. Tem o apoio da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e Comissão Indigenista Missionaria (CIMI).
Os encontros são construídos pelo coletivo: grupos se alternam na organização, refeição, limpeza, a fim de que todos possam participar dos debates. Cada delegação contribui com alimentos de seus territórios, bem como material de ornamentação e sementes e mudas para trocas.
Estar nestes espaços é transformador. É possível sentir a energia ancestral que um povo carrega em sua cultura e que este é o elo principal que os conecta com a Mãe Natureza. A Natureza para eles não é apenas fonte de recursos, é fonte de vida, de energia e de significados.

 Ao mesmo tempo em que fortalece e transforma pelo que é, nos traz medos e incertezas diante de uma realidade de massacres e conflitos vividos diariamente. Foram relatadas ameaças, intimidações, mortes, expropriação de camponeses sofridos em todas as regiões do estado. São exemplo os indígenas Akroá Gamella, presentes no Encontro, que sofreram um massacre de repercussão internacional, mas que ainda continuam em luta pela terra. Mudam os nomes e os locais, mas a lógica do Agronegócio se repete da mesma forma. E assim, o Maranhão vem assumindo o posto de um dos estados com maiores índices de violência no campo, segundo dados da CPT.
Além dos Akroá Gamella, estavam presentes indígenas das etnias Krenyê, Krikati, Gavião, Krepym Katejê, Pataxó Hã Hã Hãe (do estado da Bahia), comunidades quilombolas, quebradeiras de coco, sertanejos, geraizeiros, pescadores artesanais, ribeirinhos, camponeses e seringueiro do Acre.
Os grupos compartilharam também experiências exitosas, como a comunidade Quilombola Nossa Senhora de Nazaré, que vem construindo uma educação contextualizada e popular com seus moradores. Envolvendo toda a comunidade e transformando a forma de ensinar no local.
O sindicalista Osmarino Amâncio dividiu sua inspiradora história de vida voltada para a luta de castanhais e seringais livres. Contou como se organizavam os seringueiros, as abdicações e enfrentamentos que são necessários para algumas conquistas. E Joelson Ferreira, representante da TEIA da Bahia, falou sobre a construção do Bem Viver nos territórios.
Ao longo do Encontro muitas músicas, danças, rezas, troca de experiências, afeto e solidariedade. Por fim, foram propostos encaminhamentos e atividades por grupo tradicional, terminando com uma troca de sementes e mudas, a leitura da Carta Final do VI Encontrão da TEIA* e muita cantoria.

A TEIA faz brotar sementes de esperanças em nossos corações, regadas com sonhos de um campo que seja mais justo e adubadas com o amor que constrói o Bem Viver e reconstrói nossas conexões com a Natureza.
Viva os povos do campo e da floresta!
Territórios livres já!



* VI ENCONTRÃO DA TEIA DE POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO MARANHÃO
                                                                          DOCUMENTO FINAL


“NÃO ESTAMOS EXTINTOS. ESTAMOS DE PÉ, EM LUTA. ESTA TERRA É NOSSA!
Nós, povos indígenas Akroá Gamella, Krenyê, Krikati, Gavião, Krepym Katejê, Pataxó Hã Hã Hãe da Bahia, comunidades quilombolas, quebradeiras de coco, sertanejos, geraizeiros, pescadores artesanais, ribeirinhos, camponeses e seringueiros do Acre, com o apoio solidário e militante da Comissão Pastoral da Terra/CPT, do Conselho Indigenista Missionário/CIMI, do Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco/MIQCB, Irmãs de Notre Dame, Movimento de Comunidades Populares/MCP, Teia de Povos da Bahia, Diocese de Brejo, Núcleo de Estudos e Pesquisa em questão Agrária/NERA, CSP Conlutas, Coletivo Nódua, Centro de Defesa de Açailândia, Grupo de Estudo em Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente/GEDMMA, Núcleo de Estudos Geográficos/UFMA, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia/Campus Pinheiro, Rede de Agroecologia do Maranhão/RAMA, nos reunimos no território quilombola Alto Bonito, Brejo/MA, nos dias 25 a 28 de maio de 2017, para o VI Encontro da Teia de Povos e Comunidades Tradicionais do Maranhão.
Bebendo da experiência dos seringueiros de Xapuri (Acre), dos povos da Bahia, e dos muitos relatos da nossa gente, afirmamos a nossa autonomia na segurança, na educação, na produção, na autogestão e no Bem Viver!
Denunciamos o modelo de desenvolvimento que tem se perpetuado no Brasil, explorador e concentrador de riquezas que, para alcançar o máximo de exploração da natureza precisa negar nossa existência, nossa cultura e nossos modos de vida, atuando violentamente no extermínio de povos e comunidades, como ocorrera com camponeses em Colniza no Mato Grosso, com o Povo Akroá-Gamella no Maranhão e com os camponeses em Pau D’arco, no Pará.
Reafirmamos a luta no enfrentamento com o agro-hidro-minero-negócio, o Parque Eólico nos Lençóis Maranhenses, gaúchos, fazendeiros, madeireiros, empresas nacionais e internacionais (mineradora Vale, Suzano Papel e Celulose S. A., WPR Gestão de Portos e Logísticas de São Luís, WTorre, Grupo Maratá, Grupo FC Oliveira, e outras). Nossos inimigos contam o aparato do Estado brasileiro, tais como o Executivo, Legislativo e Judiciário, o ICMBio, em todas suas esferas, além do braço armado do Estado – Polícia Militar, Civil e Federal -, que historicamente são instrumentos de repressão de nossos povos e a criminalização de nossas lutas, além da uso permanente de jagunços e pistoleiros.
Reafirmamos os princípios do Bem Viver, que passa pela retomada dos nossos territórios, da nossa autonomia, pela garantia da soberania alimentar, manutenção da nossa cultura e modo de vida.
Nossa força vem dos encantados, vem dos nossos antepassados, vem dos nossos mártires, de sentir a força da mãe-terra quando pisamos em nosso chão. É uma força que jamais será silenciada, que permanece sempre viva quando nos encontramos e nos sentimos.
A partilha das experiências de insurgências alimenta o nosso espírito e reafirma a luta pela terra e pelo território e os laços entre povos estabelece novos vínculos históricos de resistência.
Esse governo que está destruindo o Brasil não nos representa! Fora Temer! Fora todos eles!
ESTA TERRA TEM DONO! (Sepé Tiaraju)
Quilombo Alto Bonito, Brejo dos Maypurá, 28 de maio de 2017.

Texto: Vivian do Carmo Loch, doutoranda em Agroecologia pela Universidade Estadual do Maranhão - Rede de Agroecologia do Maranhão.
Fotos: Eanes Silva 
Edição: Domênica Rodrigues - RENDA
 



terça-feira, 30 de maio de 2017

RENDA realiza caravana agroecológica no agreste Pernambucano






 O projeto RENDA coordenado pela professora Mônica Cox resultado da chamada CNPq/MDA 39/2014,  realizará em parceria com a Unidade Acadêmica de Garanhuns (UAG) da Universidade Federal Rural de Pernambuco, em parceria com o Núcleo AgroFamiliar, Renda, Instituto Raízes, Rede SEMEAM, CPT, MST, Cáritas, FETAPE, IFPE, IPA, GEMA, SERTA, Centro Sabiá, UFPE, NEPPAG e NEDET realizam a Caravana Agroecológica e Cultural do Agreste de Pernambuco entre os dias 1 e 3 de junho de 2017, perfazendo as rotas de Garanhuns, Pedra, Caetés, Angelim, Águas Belas, Pesqueira, Bonito e Cumaru.


Com o lema “Semeando a Vida no Agreste pernambucano através da Agroecologia”, a caravana tem como foco a observação das vivências das diferentes experiências e identidades agroecológicas nessa região.
O objetivo dessa caravana é evidenciar os sujeitos e organizações que constroem a agroecologia, como também destacar os avanços, as conquistas e os desafios frente à essa temática no território.
 Nesse sentido, buscamos:
1) Possibilitar o diálogo de saberes com diferentes sujeitos e instituições a fim de debater a realidade da agricultura familiar e da agroecologia na região;
2) Fomentar as pesquisas, os movimentos e as práticas da agroecologia, visibilizando experiências e fortalecendo as redes constituídas;
3) Vivenciar a agroecologia no Agreste, concebendo a caravana como instrumento de visibilidade dessas experiências, indicando os avanços, as conquistas e os desafios nos territórios;
4) Comunicar anúncios da Agroecologia na região rumo ao Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), a fim de subsidiar políticas públicas na perspectiva da sustentabilidade;
5) Formar uma rede de Agroecologia no Agreste e organizar a médio e longo prazo cursos e oficinas para trabalho de formação nessa perspectiva.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

I Encontro dos Cursos e Iniciativas de Ensino em Agroecologia do Nordeste






Texto de Leandro Benatto

Cinco representantes da Rede Alagoana de Agroecologia participam do I Encontro dos Cursos e Iniciativas de Ensino em Agroecologia do Nordeste e da Oficina para Construção de Plataforma de Pesquisa e Pós-Graduação em Agroecologia do Nordeste, que esta ocorrendo entre os dias 15 a 18 de maio na Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), em Juazeiro – BA. Evento de grande importância regional que busca refletir sobre as iniciativas de ensino, pesquisa e extensão em agroecologia e propõe a construção de plataforma de articulação dessas experiências para o nordeste.
A participação da comitiva de Alagoas no Encontro de ensino em Juazeiro, reflete o importante momento de construção da Rede Alagoana de Agroecologia enquanto movimento agroecológico comprometido com os camponeses na promoção e fortalecimento de propostas de Desenvolvimento Rural includentes e sustentáveis. Esse processo necessariamente perpassa pela análise e reflexão do contexto de exclusão social e produtiva que enfrentamos no estado de Alagoas, fruto de um modelo agrícola e agrário monocultor e concentrador de terras e renda.
O cenário estadual para a prática de ensino em agroecologia no estado de Alagoas é bastante motivador em termos de oferta. Temos três cursos técnicos de Nível Médio Integrado em Agroecologia no Instituto Federal e Alagoas (IFAL), um em cada mesorregiões do estado: Campus Maragogi (Litoral Norte), Campus Murici (Zona da Mata), Campus Piranhas (Sertão); um curso superior de graduação em Agroecologia na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o Curso de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, promovido pela Associação de Agricultores Alternativos (AAGRA), experiência de ensino complementar direcionado à filhos de agricultores vinculada a Rede de Educação Contextualizada do Agreste e Semiárido, que se encontra em sua 5ª edição. Já o INCRA, por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária - Pronera, pretende articular a primeira turma de agroecologia para o público dos assentamentos rurais do estado de Alagoas através da parceria com Universidade e/ou Instituto Federal.
A Rede Alagoana de Agroecologia, enquanto espaço representativo de múltiplos olhares, envolvendo organizações civis e governamentais, movimentos sociais, camponeses(as) estudantes, professores, consumidores e técnicos, possibilita o debate e a reflexão sobre o fazer e pensar agroecologia para além de uma técnica produtiva, mas como um processo de transformação social. Para tanto, é importante um olhar atento e detalhado sobre nossa prática e nossa realidade. Algumas perguntas podem nos ajudar a conduzir essa reflexão: Qual o papel e a função social do ensino em agroecologia no contexto alagoano? Os currículos e métodos de ensino estão favorecendo o fortalecimento da agroecologia? Qual a interlocução com os movimentos sociais e a sociedade? Como têm sido propostas as linhas de pesquisa e ações de extensão?
Estamos muito animados com a participação de Alagoas no encontro de Juazeiro dando continuidade ao debate que iniciamos no Encontro de Ensino Superior em Agroecologia promovido pelo curso de Agroecologia da UFAL em 2016. Certamente será uma ótima oportunidade para compartilhar experiências, ampliar contatos e articulações; vivenciar a agroecologia em suas diferentes acepções: enquanto ciência, movimento e prática e experimentar diferentes metodologias para a construção do conhecimento agroecológico. Retornando para Alagoas, teremos um evento ampliado com os demais colegas da REDE alagoana para discutir iniciativas para o fortalecimento da agroecologia no estado.

Delegação Alagoana no Encontro em Juazeiro (da esquerda para a direita) - Prof. Valtair Veríssimo (Curso de Nível Técnico em Agroecologia, Núcleo de Agroecologia-NEA, IFAL Campus Murici), Prof. José Roberto Santos (Bacharelado em Agroecologia CECA/UFAL), José Ubiratan Rezende Santana (INCRA/AL responsável pelo PRONERA), Prof. José Augusto de Castro Lima (Curso de Nível Técnico em Agroecologia, IFAL Campus Maragogi), Wanderson Mulato de Andrade (Curso de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável - AAGRA).

Agradecimentos: Ao IFAL, Campus Murici, e a Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) por viabilizar a participação de Alagoas neste importante encontro.


Texto de Leandro Benatto é integrante do Núcleo de Agroecologia Zumbi dos Palmares (NEA-ZP/IFAL Murici), Rede Nordeste de Núcleos de Agroecologia (RENDA),Rede Alagoana de Agroecologi.
Revisão e edição : Domênica Rodrigues